e de
outro personagem que você não vai nem acreditar...
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DIZEM QUE AS HISTÓRIAS
DO CIVILICO
DEVERIAM
SER ABERTAS COM
O LEÃO DA METRO GOLDWIN MEYER.
BESTEIRA, TEMOS
COISA MUITO MELHOR...
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HISTÓRICO
A empresa
foi fundada em 1920, na cidade de Feira de Santana. Em 1932, mudou-se para
Salvador a fim de melhor atender ao desenvolvimento das vendas e da área
de consumo do seu produto .
Sua sede definitiva, edificada
no Centro Industrial de Aratu em terreno de 125.000m2e 12.000m2
de área construída, foi inaugurada
em 1978.
Maquinário e equipamentos
atualizados permitiram à indústria alcançar um alto
índice de automação e produtividade.
O produto fabricado, em
cuja composição, de acordo com a lei, entram 70% de vinho
do Rio Grande do Sul da melhor procedência, é armazenado em
dornas uniformes com capacidade para três milhões e meio de
litros. Todos os componentes são analisados em laboratório
de análises enológicas e bacteriológicas da própria
fábrica, que dispõe de cromatógrafo computadorizado.
A fórmula e os
processos de fabricação estabelecidos pelo fundador Paulo
da Costa Lima, são obedecidos rigorosamente, o que justifica o conceito
e a crescente aceitação do legítimo em todo território nacional,
bem assim com as honrarias que lhe foram conferidas, desde os primeiros
anos:
Diploma
de honra do instituto Agrícola Brasileiro - antigo Ministério
da Agricultura (1927);
Medalha
do Ministério da Justiça e negócios internos, na Exposição
do Centenário da Independência (1922);
Grande Diploma
de Honra dessa mesma entidade (1936);
Medalha
na Exposição Feira Mundial de New York (1936), entre outras.
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Aqui,
o outro famoso personagem, apreciador
inveterado
da inimitável !
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...Desnecessário
dizer quem é a figura aí acima, não é?
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"Aqui,
o autor e sua sobrinha Jéssica, em 1o de abril de
1999, dia do lançamento
do
livro do mentiroso Civilico. No baldinho de gelo, a sagrada ,
de
quem o autor também é velho apreciador..."
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OPINIÃO
DO AUTOR SOBRE A "LEÃO DO NORTE";
"A Leão
do Norte, acreditem, é, ao contrário da onipresente
Coca&cola, uma bebida impossível de se imitar,
e digo mesmo, de se
chegar à um sabor próximo ao que ela possui. Há inúmeras
no
mercado (Boite Show, Cangaceiro
do Norte, San Martin,Trago Forte, etc.), mas nenhuma se equipara à
ela.
A Pepsi conseguiu a façanha
de parear com a Coca, mas a danada Leão
do Norte, ah, nunquinha, essa ninguém falsifica!
Quem a conhece, como eu
conheço - e digo isto de "carteirinha" -, identifica-a de
olhos fechados - só pelo aroma -,
e ninguém presisa
ser um organoléptico para decifrá-la - uma simples provada
em seu aroma, dentre todas as outras jurubebas colocadas
à prova numa bateria
de testes, basta para identificá-la imediatamente. O sabor também,
é inimitável - amargor sui generis ao paladar.
Assim como o Campari,
ela é uma bebida de sabor amargo, mas, convenhanos, o giló
é o chimarrão seriam tão gostosos
se não tivessem
o amargor característico? Pois é, é no seu amargor
peculiar que está o seu segredo.
A
Leão do Norte é uma bebida clássica,
de tradição, "resultado da feliz combinação
de vinho Tinto de mesa rio-grandense da melhor
procedência (70%),
macerado de frutas de jurubeba, associados a extratos alcoólicos
de plantas aromáticas, decotos de plantas amargas,
xarope de açúcar
de cana e álcool etílico potável", segundo reza o
rótulo no verso da garrafa. As propriedades medicinais das plantas
que a
compõem, vale dizer,
são incontestáveis e afamadas - possuem qualidades hepáticas,
digestivas, tonificantes e até mesmo afrodisíacas!
Prá finalizar, aproveito
para elogiar esse "néctar dos deuses", citando o grande e saudoso
escritor,
poeta e folclorista
dos pampas do Rio Grande do Sul, José Simões Lopes
Neto: