Free Web Hosting Provider - Web Hosting - E-commerce - High Speed Internet - Free Web Page
Search the Web


PIADINHAS RÁPIDAS DO CIVILICO

O JOAQUINZÃO DÁ O SEU RECADO...
.
.
E TOMA PIADA!
.
-Passa a isca pra mim, Civilico.
-Toma.
-Ara, mai isso é carne, Civilico!
-Sim, é carne, memo.
-Mai eu quero pescá cum minhoca.
-Pois isso é carne de minhoca.
-Ah, vá vá, Civilico, isso pra mim é carne de hamburgui!
-Pois é memo, ocê num ouviu falá qui os hamburgui da Maquidonaldi também é feito de
minhoca?

                            #

-A seca lá na barrage Hermínio Ometto esse ano tá terrivel, ocê num acha, Civilico?
-É verdade, Bressan, a coisa tá feia memo -  óia qui eu vi  peixe lá cum treis meis de idade qui ainda  nem aprendeu a nadá!

                            #

-Óia, mãe, o papai parece um pateta, contanu tudu aquelas mintira práquela gente toda.
-Qui nada, meu fio, pateta são aqueles bando de tolo qui acredita nele!

                            #

-O Nanias, Calciolari,  num pode mai tomá banho di sol lá na igrejinha da Santa Cruiz.
-Pur que, Civilico?
-É só ele deitá, os urubu vê  ele parado e  já começa a descê fazeno circulo cada veiz menor e mais baixo...

                            #

-Zorzo, tô cum berne no braço e num há jeito de tirá ele daqui.
-Óia, Civilico, conheço uma simpatia boa pra isso - coloca um esparadrapo cum pedaço di toicinho de porco no buraco da firida, qui o berne em pouco tempo passa para o toicinho. Dispoi é só colocá pópatataio.
-Ah, Zorzo,ocê  mi discurpa, mai isso aí num vai adiantá nada!
-Oras, e purque, Civilico?
-Ara, Zorzo, a carne di porco num é mió qui a minha...

                            #

-Ah, Civilico, ocê nunca mai feiz sereneta pra mim dispoi qui nóis casamu!
-I ocê já viu, muié, o caçador piá pra perdiz dispoi qui caçô ela?

                            #

-Contei uma mintira onti a noite pra minha filha pra fazê ela  dormi, Orfali.
-Qui é isso, Civilico, você tinha qui contar pelo menos uma história da Biblia  prá fazer ela dormir.
-Ah, Orfali,  ondi eu ia achá uma história di mintira na Bíblia?

                            #

-Seu Civilico, mi dissero qui o sinhor manja pra caramba  sobre o clima e o tempo,  e qui sabe dizê si vai chovê ou não. -É verdadi?
-Sim.
-I vai chovê, hoji?
-Vai.
-Inda qui eu mal lhi pergunti, seu Civilico, como qui o sinhor sabe isso?
-Tá veno aquela nuvem di fumaça? É sinal di chuva.
-Mai como qui o sinhor afirma isso veno aquela nuvem  qui nem nuvem di chuva é?
-Aquilo são nuvem di fumaça qui os índio fizero e tão  avisano pros outro índio qui vai chovê...

                             #

O Civilico, para pegar peixes com mais facilidade,  estava batendo um galho de timbó numa pedra dentro do rio, para o seu sumo venenoso invadir as águas e fazer com que os peixes ficassem imobilizados.
O Pedro Malazartes se aproxima:
-Tá pescando peixes, Civilico?
-Não, eu vou pegar eles com timbó.
-E isso é bom pra peixes?
-Não - respondeu o nosso herói - isso fazi eles dismaiá...

                            #

Na sala de aula só faltava o Civilico para a chamada oral sobre o corpo humano.
-Agora é sua vez na chamada, Civilico.
-Pois não, prefessora.
-Me diga quantos tímpanos nós temos?
-Quatro, prefessora.
-Como quatro, Civilico? -perguntou a professora surpresa.
-Oras, prefessora, nóis temo quatro tímpano - dois meu i dois seu...

                              #

O Civilico, acabando de benzer um velho amigo adoentado as onze horas da noite, dá-lhe
uns conselhos:
-Fica tranquilo,Ferrara, pra mim ocê, dispoi desse benzimento, ainda vai atingi  cem
anos de idade!
-Mai eu vou fazê cem anos daqui uma hora, Civilico!
-Eu num falei!

                              #

O Civilico resolve pregar uma peça no português carcamano:
-Pra chegá até aquela pesqueiro qui eu lhe falei, Manoel, eu tive qui escalá cinco
 morro, mai no quarto eu já tava muito cansado e disisti.
-Mas o que que você fez então, Civilico?
-Vortei pra traiz...
-Eu faria o mesmo, Civilico.

                             #

-Eu num aguento mai as mania da minha muié, Geroto!
-Por quê?
-Ela deve tê uns trinta vaso di flor drento di casa, i eu sou alérgico!
-Oras, mande ela colocar os vasos do lado de fora da casa.
-Num dá.
-Por quê?
-Eu tenho cinquenta gaiola di passarinho lá fora...

                             #

-Ai, doutor, eu tô um pouco gordo dimais pro meu peso. Eu ando comeno  dimais da conta as perdiz qui eu caço .
-E quantas perdiz você come por semana, seu Civilico?
-Umas trinta, doutor, mai tem semana qui eu perco  controle...

                             #

-Eu sei, Civilico, esse cara é supersticioso e deve tê um pé-de-coelho muito eficiente - óia só como ele enriqueceu da noite pro dia?
-Pifff... Sanduiche, esse cara aí é coisa mandada - ele enriquecu da noite pro dia foi na base do pé-de-cabra...

                             #

O Capitão Setembrino conversa com o nosso herói:
-Seu Civilico. meu cavalo ouviu no rádio que iam lançá um livro sobre o sinhor, é verdade?
-Sim, mai foi meu burro qui foi levá a notícia lá na rádio...

                             #

O Civilico e o Barão de Munchhausen discutiam, sem que nenhum dos dois desse o braço a torcer, a respeito de quem tinha pescado o maior peixe.
O Barão cedeu, querendo chegar a um acordo:
-Reconheçerei que peguei um peixe menor que o seu, se você admitir que eu tenho razão.
O Civilico consentiu, mas insistiu que o Barão se pronunciasse primeiro.
O Barão mordeu a isca...
-Está bem, seu Civilico, meu peixe é menor que o seu.
Meneando a cabeça, nosso herói retrucou:
-O sinhor tem razão, seu Barão...

                             #

-O, Civilico, o sinhor gosta di castanha sapucaia?
-A coisa é recíproca.
-Como assim?
-Eu num só gosto dela como também ela gosta di mim.

                             #

-Eu sou um hómi qui só diz verdades, Marinho.
-Mi discurpa, mai o  sinhor tá mintino, seu Civilico.
-Tá bom, Marinho, eu sou um hómi qui só diz mintira.
-Agora sim, seu Civilico, o sinhor tá dizeno a verdade!

                            #

O Civilico quebra um galho pra seu amigo, e fica cuidando do buteco dele por uns minutos até que ele volte.
Chega um freguês - um forasteiro bem vestido e com ares de esnobe, que nervoso pergunta:
-O senhor tem toillete por aqui?
E o nosso herói, avesso a frescuras, retruca:
-Óia, moço, tualéti o sinhor só vai encontrá lá na França. Aqui nóis só tem migué... Serve?
 
                            #
A filha do Civilico:
-Paiê, tem um mintiroso famoso lá fora quereno falá com o sinhor.
O Civilico:
-Vorta lá e diz pra ele que basta, qui  aqui drento nóis já temos um...

                            #

O Civilico, quando moço, com uma de suas namoradas:
-Ah, meu benzinho, seus pézinho tem chero di fruita.
-Qui fruita, Civilico?
-Jatobá...
-Aiiii!

                            #

-Nossa, Buzolin, será qui eu tô veno dimais?
-Não se finja de bêbado, Civilico, esse anzol é duplo e eu consegui  pegar dois peixes!
-Mai eu tô veno quatro, Buzolin!
                            #

-Seu Civilico, o sinhor num contô nenhuma mintira hoji.
-I quem disse qui eu minto?!
-Acabô di contá...

                           #

CUMPADRE, EM BREVE  A 2a SÉRIE DAS NOVAS PIADINHAS RÁPIDAS DO CIVILICO, AGUARDE!

 

Voltar à página principal